sexta-feira, 12 de maio de 2017


Sou católico e como muitos estou perplexo e indignado com posições políticas assumidas pela CNBB.  


Portanto, foi com alegria e satisfação que li os posts abaixo, publicados no O Antagonista.


A constatação é que a Igreja Católica no Brasil, assim como outras instituições, foi infiltrada por marxistas. 


Reconhecê-los pelo que efetivamente são - propagandistas do marxismo, e não pastores da Igreja - é a primeira providência para um cristão que efetivamente pretenda levar a boa nova aos que precisam. 


O Cristianismo não precisa do marxismo para ser efetivo, muito pelo contrário.




"Dom Odilo resolveu falar em nome de muitos"


O cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo e papável no último conclave, defendeu as reformas de Michel Temer e disse à Folha que as manifestações da CNBB sobre o assunto "não tiveram apoio explícito".
"Dom Odilo resolveu falar em nome de muitos que estão incomodados com o ativismo político dos mesmos de sempre", disse ao O Antagonista um religioso com trânsito na conferência dos bispos.
Na semana passada, vale registrar, Temer esteve com o núncio apostólico (o embaixador da Santa Sé no Brasil), dom Giovanni d'Aniello, para explicar as propostas de reforma trabalhista e da Previdência e entender o posicionamento da Igreja. O presidente ouviu que a CNBB não é a Igreja.

Bispos comunistas "passarão"

Humberto Costa, codinome Drácula, ocupou a tribuna do Senado para convocar a população para a "greve geral" encabeçada pela CUT, aquela que tem "fontes de financiamento alternativas". A certa altura do discurso, o senador disse que a Igreja Católica também está convidando os seus fiéis para irem às ruas "em favor dos pobres".
CNBB não é sinônimo de Igreja Católica, senador. O Antagonista sabe que o esbravejar dos bispos comunistas reflete o desespero, cada vez mais evidente entre eles.
"É a agonia. Estão gritando porque estão agonizando. Passarão!", disse a este site um padre com livre trânsito na entidade que ajudou a fundar o PT.




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